Cachoeirinha 22 de Junho de 2017

Cachoeirinha

Livros da área de Direito

Têm autoria de professora do Cesuca

Têm autoria de professora do Cesuca

A Editora Verbo Jurídico lança dois livros na área de Direito Civil direcionado a estudantes e profissionais da área jurídica. As obras "Os Limites Subjetivos da Coisa Julgada na Ação Civil Pública e a Realização de Direitos Fundamentais", de autoria da professora doutora do curso de Direito do Cesuca - Faculdade Inedi, Jaqueline Mielke, e "Manual de Prática Civil - Teoria e Prática" escrito em coautoria com o professor de Direito Tributário e Processo Civil do Curso Verbo Jurídico, Juliano Colombo. O lançamento acontecerá no dia 3 de agosto de 2013, sábado, às 17 horas, na Livraria Cultura, do Shopping Bourbon Country, em Porto Alegre.

O interesse pela abordagem do processo civil a partir da sociedade foi o que incentivou a autora a escrever os livros que destacam temas práticos no âmbito do Direito Processual Civil e a coisa julgada na área da ação civil pública. Segundo Mielke, o Direito Processual Civil como instrumento de realização de direitos é a principal mensagem aos interessados pela leitura.

Conforme a especialista, o livro que apresenta o Manual de Prática Civil se propõe a ser um referencial em preparação para a fase prática de concursos públicos na área cível, bem como um instrumento na atuação do profissional da advocacia. "Com abordagem esquematizada e aprofundada, conduz o estudante e o profissional aos relevantes temas dentro da prática processual civil. Ao mergulhar na análise dos diversos temas e peças processuais, a obra aborda a parte conceitual de cada peça, bem como um modelo específico e esquematizado, apontando casos cotidianamente observados na prática forense", explicou.

Já a obra que trata dos Limites Subjetivos da Coisa Julgada na Ação Civil Pública, de acordo com a escritora, diz respeito à própria relevância do tema escolhido - "artigo 16 da Lei da Ação Civil Pública soluciona a problemática dos limites subjetivos da coisa julgada nesta espécie de demanda? Num segundo estágio, é conveniente interrogar - a redação do artigo 16 da Lei da Ação Civil Pública está de acordo com os princípios e garantias constitucionais? Será que os limites subjetivos da coisa julgada, tais como os previstos na Ação Civil Pública, estão de acordo com o conceito que a Magna Carta nos dá de coisa julgada? Uma terceira série de indagações pode ser feita - contém a dogmática jurídica elementos para redimensionar a problemática dos limites subjetivos da coisa julgada na Ação Civil Pública? É possível uma melhor compreensão dos limites subjetivos da coisa julgada na ação civil pública através da hermenêutica jurídica?", esclareceu.

Assessoria de Imprensa

 




Data de publicação: 30/07/2013 - 10:43:17

Postar comentário

Serão rejeitadas mensagens que desrespeitem a lei, apresentem linguagem ou material obsceno ou ofensivo, sejam de origem duvidosa, tenham finalidade comercial ou não se enquadrem no contexto do site. A responsabilidade pelos comentários é exclusiva dos respectivos autores. Os leitores e usuários desse site encontram-se sujeitos às condições de uso do Clic Tribuna e se comprometem a respeitá-las.






Nome:

E-mail:

Mensagem:

Imprimir Indique a um amigo
Seu Nome

Seu Email

Email do Amigo
 
Comentários

Redes sociais

Publicidade Flores da Cunha AO VIVO PublicidadePublicidade Publicidade Publicidade Publicidade Publicidade Publicidade Publicidade
Nossos produtos

Portal Clictribuna
Guia Comercial
Jornal Tribuna - Digital




Política de  Privacidade

Termos de Uso do Site
Atendimento

contato@clictribuna.com.br
Cachoeirinha
Rio Grande do Sul

(51)  9677.1086