Cachoeirinha 28 de Abril de 2017

Cachoeirinha

Prefeitura põe em prática a inclusão Social

Atualmente, trabalham na Prefeitura sete pessoas com Deficiência (PcD)

Atualmente, trabalham na Prefeitura sete pessoas com Deficiência (PcD) Inclusão Social

A Prefeitura de Cachoeirinha põe em prática a inclusão social, agregando ao seu quadro defuncionários colaboradores que possuem algum tipo de deficiência.Atualmente, trabalham na Prefeitura sete pessoas com Deficiência (PcD), destes, quatro são servidores públicos e três estagiários.

Esta oportunidade possibilita o desenvolvimento profissional dos PcDs e contribui para que adquiram experiência no mercado de trabalho.

Para nos falar a respeito da inclusão de PcD na Prefeitura, vamos conhecer a história de alguns PcDs que são colabores e estagiários da prefeitura, dividida em duas matérias .

Na primeira, a estagiária Emyly Pereira Vieira, e a servidora Paulina Dombroski de Freitas, que possuem deficiência motora. Na segunda parte, conheceremos as histórias de Rogério Oliveira Silveira, servidor também com deficiência motora, e da estagiária Ketelen Bárbara Machado Guimarães, com deficiência visual.


Ela venceu o medo

Emyly de 17 anos, possui deficiência motora devido há um problema congênito chamado mielomeningocele, que significa "coluna aberta". Ela tem paralisia nos membros inferiores do corpo e usa cadeira de rodas para sua locomoção. Como não existe cura para a sua deficiência, Emyly consulta o médico a cada seis meses para ver se não houve nenhum agravo.
Ela conta que quando pequena, passou por momentos difíceis. "Minha mãe teve muita dificuldade em encontrar quem aceitasse cuidar de mim para que ela pudesse trabalhar, pois não sabiam como lidar comigo", desabafa a jovem.
Emyly cursa técnico em administração e está na prefeitura há um ano como estagiária. Já atuou em dois setores e, atualmente, está na Secretaria Municipal de Planejamento e Gestão (SEPLAN).
Nos tempos de escola, Emily conta que sempre recebeu apoio e ajuda de colegas e professores. "Sempre onde estudei haviam rampas de acesso e eu conseguia me locomover tranquilamente".
Na prefeitura, Emyly encontrou toda a assistência necessária, "Nunca sofri preconceitos, mas meu grande medo era sair sozinha de casa e pegar o ônibus errado para ir ao trabalho. Mas isso superei logo", conclui ela.

Realizada profissionalmente
Paulina, 49 anos, possui deficiência motora, trabalha há 22 anos na Escola Municipal Carlos Antônio Wilkens como auxiliar de secretaria. Ingressou na administração municipal através de um concurso público que realizou no ano de 1995.
Ela teve poliomielite com 8 meses de vida, contraída devido à falta de imunização, pois quando sua mãe foi levá-la para tomar vacina já haviam terminado as doses disponíveis nos postos de saúde. Na época, residiam em Rio Grande. Desde os cinco anos veio morar em Cachoeirinha, onde sua mãe prestou concurso publico e trabalhou na mesma escola.
Paulina utiliza cadeira de rodas para sua locomoção e prefere evitar o transporte publico, pois ela afirma ter sofrido muito preconceito. "Muitos motoristas se negam a me levar e gritam de dentro do ônibus que o elevador não está funcionando, mas sabemos que é mentira, o que falta é consideração!", indigna-se. Em seu trabalho, adaptaram uma porta embutida na mesa para ela possa passar e trabalhar adequadamente. Paulina pretende continuar trabalhando junto ao município, pois é onde gosta de trabalhar.
Em sua casa, Paulina conta com o auxilio de uma secretária e de seu sobrinho, em seu trabalho realiza tudo o que lhe é lhe pedido e todos lhe tratam bem incluindo os alunos. Paulina revela que não é boa dona de casa, pois sua mãe fazia tudo por ela. "Fiquei sem aprender muita coisa, mas sei fazer nega maluca e sai uma delicia" , diverte-se.

 

 

Secom/PMC




Data de publicação: 10/05/2013 - 16:03:41

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