Cachoeirinha 28 de Junho de 2017

Você Repórter

Balde de sangue

Paiva Netto Sempre procuro respeitar a opinião de todos, contudo, que a consciência de preservação da vida aumente cada vez mais, de modo que não se repitam situações trágicas, similares à extraída do jornal “O Mensageiro”, reproduzido pela “Revista André Luiz” nº 7, em texto de Francisco Ferreira: “Monsenhor L. B. Lyra, num artigo intitulado ‘Contra a nefanda lei do aborto’, narra o depoimento de uma enfermeira de determinado hospital inglês: ‘Está diante de mim um ser pequeno e impotente, ligado ainda à mãe pelo cordão umbilical. Era um menino, de cor rósea, muito bem formado. Estava ali e gemia, e quando o toquei, agitou as mãozinhas. Era uma cena que desafiava os instintos maternais de qualquer mulher, e eu, enfermeira, notei que se me revoltavam os sentimentos. Porém, aquele pequeno ser, ao invés de passar aos braços de sua mãe, para ser acariciado e amado, era atirado a um balde de metal, dando-se fim a uma vida que não teve tempo de começar’”. Não é possível conceber que uma mulher (ou um homem) não se comova perante um drama como esse. Mas, ao término de tudo, o espírito bom que existe no coração das mulheres erguerá o mundo de tanta insensatez. Elas liquidarão a cultura mórbida que turva o horizonte da Terra e se propaga até atitudes tais que, desde o efeito Arrhenius, vão, por exemplo, fomentando o aquecimento global. Os alertas, por tanto tempo desmentidos, o que não impediu a sua progressão, aí se encontram: agora mesmo (estávamos no início de 2010), segundo a mídia internacional, um imenso iceberg, do tamanho de Luxemburgo, se soltou da Antártida pelo impacto de outro iceberg, chamado B9B, à deriva desde 1987. A continuar assim, em poucos anos, cidades litorâneas poderão ser inundadas. O CORPO DO BEBÊ É DO BEBÊ Quem traz dentro de si mesma a capacidade de dar a vida não pode amar a morte. Quanto às mães adolescentes e/ou solteiras, que tal aumentar, de todas as formas, o socorro a elas, com políticas públicas eficazes, e combater menos as instituições da sociedade que as amparam, facilitando-lhes acesso ao mercado de trabalho, para que possam criar os seus filhos? Em “Mãezinha, deixe-me viver!” (1987), argumentei: os que, por desconhecimento de certos fatores espirituais, infelizmente ainda defendem o aborto, alegando que a mulher é dona do seu corpo, esquecem-se de que, pelo mesmo raciocínio, o corpo do bebê é do bebê... Jesus, o Profeta Divino, veio à Terra para salvar as criaturas. Por isso, a nossa constante preocupação em defender a Vida. José de Paiva Netto — Jornalista, radialista e escritor. paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com


Data de publicação: 16/05/2012 - 13:21:05
O internauta Nadiele Bortolin Rodrigues, participou do Você Repórter, canal de jornalismo participativo do Clic Tribuna. Se você também quiser mandar fotos e textos, clique aqui.

Postar comentário

Serão rejeitadas mensagens que desrespeitem a lei, apresentem linguagem ou material obsceno ou ofensivo, sejam de origem duvidosa, tenham finalidade comercial ou não se enquadrem no contexto do site. A responsabilidade pelos comentários é exclusiva dos respectivos autores. Os leitores e usuários desse site encontram-se sujeitos às condições de uso do Clic Tribuna e se comprometem a respeitar as condições de uso.






Nome:

E-mail:

Mensagem:

Imprimir Indique a um amigo
Seu Nome

Seu Email

Email do Amigo
 
Comentários

Redes sociais

Publicidade Flores da Cunha AO VIVO PublicidadePublicidade Publicidade Publicidade Publicidade Publicidade Publicidade Publicidade
Nossos produtos

Portal Clictribuna
Guia Comercial
Jornal Tribuna - Digital




Política de  Privacidade

Termos de Uso do Site
Atendimento

contato@clictribuna.com.br
Cachoeirinha
Rio Grande do Sul

(51)  9677.1086